Conheça os documentos para o financiamento de moradias pela Caixa Econômica!

O Programa Minha Casa Minha Vida é, provavelmente, a principal alternativa para que as famílias de baixa renda tenham oportunidade de adquirir um imóvel próprio. E suas condições diferenciadas de financiamento imobiliário fazem que com que a procura seja elevada.

A definição de quem terá a oportunidade de adquirir um imóvel por meio do programa passa pelo atendimento a uma série de requisitos e a apresentação de uma série de documentos.

Confira neste post quais são estes documentos e também como é o funcionamento do Programa Minha Casa Minha Vida.

Como funciona o Minha Casa Minha Vida

O objetivo principal do Minha Casa Minha Vida é reduzir o déficit habitacional no Brasil, especialmente entre as famílias de baixa renda. Em vigor desde 2009, o programa oferece uma série de diferenciais, como taxa de juros mais baixa e a oferta de subsídios, por exemplo. O público-alvo do Minha Casa Minha Vida são famílias de baixa renda.

Quais as exigências para se beneficiar do programa

Para garantir que os recursos destinados ao Programa Minha Casa Minha Vida atenderão às necessidades de moradia de quem realmente depende da ajudar do Estado, o Governo Federal estabeleceu uma série de condições que os candidatos devem cumprir.

A primeira delas diz respeito ao limite de renda para utilizar os incentivos. Em suas diferentes faixas de benefícios (faixas 1, 1,5, 2 e 3) o Minha Casa Minha Vida busca contemplar famílias cujo rendimento bruto seja de até R$ 7 mil.

Além da renda, o beneficiário deve atender a outros requisitos. Confira quais são eles:

A idade mínima para participar do programa é de 18 anos;

É preciso ter trabalhado com registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) por pelo menos 3 anos;

 O mutuário deve obrigatoriamente morar ou trabalhar na cidade em que se localiza o imóvel que deseja comprar a, pelo menos, um ano;

Não ser proprietário de nenhum outro imóvel;

Se for proprietário de algum terreno, este não pode ter nenhuma construção;

Não podem participar pessoas que já tenham recebido algum tipo de financiamento habitacional

Aqueles que se enquadram nas faixas 1,5, 2 e 3 precisam ter o nome limpo para utilizar o financiamento por meio do Minha Casa Minha Vida. Apenas para a faixa 1 o registro em cadastros de negativados não impede a participação no programa.

Que tipo de imóvel pode ser adquirido pelo Minha Casa Minha Vida

As regras do Minha Casa Minha Vida também trazem especificações quanto ao tipo de imóvel que pode ser adquirido: apenas unidades novas, nunca habitados e destinados especificamente para moradia do comprador.

Imóveis na planta, principal modalidade com a qual a Rede Une trabalha, também podem ser adquiridos por meio de financiamento junto a Caixa. Isso significa que você pode adquirir um imóvel ainda em construção, com valores mais baixos do que o de mercado e com a garantia de receber um apartamento novo, com um projeto moderno e construção de alta qualidade.

Documentos necessários

  • Carteira de identidade (RG);
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Carteira de trabalho e Previdência Social (CTPS);
  • Extrato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de renda;
  • Atestado de estado civil. No caso dos solteiros, pode ser a certidão de nascimento. Já para os casados, é preciso apresentar a certidão de casamento. Quem for separado ou divorciado precisa apresentar a certidão de casamento averbada.

Lembrando que, quando o mutuário é casado, além da certidão comprovado o estado civil é preciso que o seu cônjuge também apresente todos os documentos acima.

Como se cadastrar no Minha Casa Minha Vida

Basicamente, há duas formas de se cadastrar no Minha Casa Minha Vida para solicitar a inclusão no programa. Quem tem renda de até R$ 1,8 mil precisa procurar a prefeitura do município em que deseja adquirir o imóvel.

Estas famílias se enquadram na Faixa 1 do programa, que é aquela que concede os maiores benefícios e subsídios. Caso cumpra todo os requisitos para participar do Minha Casa Minha Vida, a prefeitura vai direcionar a família para um empreendimento do programa na cidade. Caso o número de interessados seja superior ao de imóveis disponíveis, um sorteio pode definir quem terá direito ao benefício.

A outra forma de se cadastrar para se tornar um beneficiário do programa é destinada às famílias com renda superior a R$ 1,8 mil. Aqui, a equipe de consultores da Une pode auxiliar o cliente na simulação de crédito e na identificação do tipo de benefício que ele está apta a receber.

A última etapa do processo é a aprovação do financiamento por parte do programa e a entrega da documentação, o que pode ser feito em uma agência da Caixa Federal ou mesmo do Banco do Brasil.

Quais os benefícios do programa

Os benefícios oferecidos pelo Programa Minha Casa Minha Vida variam de acordo com a faixa na qual o candidato é inserido.

Na Faixa 1,5, que é destinada às famílias com renda de até R$ R$ 2,6 mil, o subsídio, na cidade de Pelotas, é limitado a R$ 36,9 mil, com 30 anos de prazo para financiar o restante. A taxa de juros nesta operação fica em 5% ao ano.

Também têm 30 anos de prazo para o financiamento as famílias enquadradas na Faixa 2, com renda de até R$ 4 mil. Neste caso, porém, a taxa de juros sobe para até 7% e o subsídio fica limitado a R$ 29 mil.

A Faixa 3, a última do programa, não prevê nenhum subsídio. Destinada a famílias com renda de até R$ 7 mil, oferece financiamento de até 30 anos, com taxa de juros de até 9,1%.

Estas são as principais regras e documentos para ingressar no Minha Casa Minha Vida. Para facilitar a sua participação no programa conte sempre com a parceria de uma construtora especializada no programa, como a Une.

Este post foi útil para você? Então entre em contato conosco e confira como podemos ajudá-lo a adquirir o seu imóvel por meio do Programa Minha Casa Minha Vida.

 

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Arquiteta e Urbanista e Especialista em Arquitetura de Interiores. Atualmente realiza seus trabalhos em Pelotas e em Porto Alegre. Desenvolve seus trabalhos com conhecimento técnico, responsabilidade e dedicação. Mas acredita que a arquitetura vai além do espaço, e que está diretamente ligada às sensações, comportamentos e sentimentos. Onde cabe ao profissional personalizar a essência do usuário e qualificar o espaço. Considera um privilégio fazer parte de cada história e ver cada traço do projeto saindo do papel exatamente da forma que foi planejada por ela!
Arquiteta e Urbanista formada pela Universidade Católica de Pelotas – UCPel, com 7 anos de experiência em Projetos de Interiores, Arquitetônicos e Paisagismo. Hoje, também atua com trabalhos de consultorias e mentoria em arquitetura, laudos técnicos e acompanhamentos de obra. Além disso, é empreendedora e cofundadora do projeto Elo Colaborativo, colunista da Revista Toda Casa e tem forte atuação nas redes sociais com criação de conteúdos para arquitetura.
Formada pela UCPEL em Arquitetura e Urbanismo no ano de 2008 e com especialização em Eng. de Segurança, a arquiteta Lilian Sampaio atua no mercado de Arquitetura Residencial e Comercial com ênfase em Projetos de Interiores, tendo como conceito para seu processo criativo a “Arquitetura Sinestésica”, que busca estimular o inconsciente e o despertar de sensações.
Graduada pela UCPEL, no ano de 2013, iniciou carreira profissional trabalhando com outros Arquitetos, com eles adquiriu muita experiência e aprendizado, estagiou desde cedo, porque acreditava que era através do dia a dia que aprenderia a verdadeira Arquitetura. Em um dos escritórios, o que passou a maior parte da vida acadêmica, foi estagiária e logo após formada foi contratada, dois anos depois foi convidada a ser sócia. No ano de 2017 iniciou sua jornada, colocando sua marca nos Projetos, estando a frente do seu escritório, o EADK (Estúdio de Arquitetura e Design), e assim, vem ganhando cada vez mais espaço. No momento desenvolve projetos de Arquitetura Residencial, Projetos e Design de interiores (residencial e comercial) e reformas, atua na cidade de Pelotas e Santa Vitória do Palmar (cidade Natal).

Joana Rocha é arquiteta e design de interiores. Formada pela Universidade Católica de Pelotas e pós -graduanda pelo Ipog de Porto Alegre. Ama trabalhar com criação e transformação de espaços. No ponto de vista de Joana a arquitetura é capaz de transformar a vida das pessoas, pois ela está presente no cotidiano de todos.  Além disso, acredita que a arquitetura, o  design e a arte, andam de  mãos dadas e são inseparáveis.

Um espaço bem pensado de acordo com o estilo de vida, personalidade dos usuários faz toda a diferença.

Atua em arquitetura de interiores, projeto arquitetônico, paisagismo e regularizações, também trabalha com arquitetura modular.

Há 17 anos formada na UFPEL, começou fazendo um pouco de tudo em um escritório em Poa no ano de 2003, depois trabalhou com Stands e também atuou no mercado de móveis planejados, desde 2013 em Pelotas atua fortemente com projetos comerciais, reforma de interiores e alguns projetos arquitetônicos.

Formou-se na Universidade Católica de Pelotas em 2010. Trabalha nas áreas de arquitetura e execução para arquitetônicos, interiores, paisagismos, decorações, consultorias e regularizações, tanto na área residencial, como na área comercial e institucional. O atendimento diferenciado, personalizado, proporciona a interatividade entre a arquiteta e o cliente, fazendo projetos adequados à necessidade de cada um.

Atua há 15 anos com projeto e execução de ambientes comerciais, residenciais, interiores e paisagismo. Sua formação em Arquitetura e Urbanismo, pela UFPEL, foi complementada por uma especialização em construção civil, pelo NORIE / UFRGS, e posteriormente pelo mestrado em Arquitetura e Urbanismo na área da Percepção Ambiental com foco em habitação e envelhecimento. No seu trabalho desenvolve soluções para as diferentes fases da vida: nascimento, infância, adolescência, fase adulta e envelhecimento. Seu propósito é traduzir os desejos dos clientes em ambientes que valorizem a estética e funcionalidade, mas acima de tudo, que tragam bem estar e representem a personalidade de quem irá usar o lugar.

Andréa Buss Tessaro, paranaense, mora há 15 anos em Pelotas, formada pela Ucpel em fevereiro de 2016 em Arquitetura e Urbanismo, atuando desde então em escritório próprio. Hoje seu escritório é localizado no Parque Una, no container 29. 

Atua em arquitetura de interiores, projeto arquitetônico, paisagismo e regularizações, também trabalha com arquitetura modular.

Arquiteta Tamara Janovik Trabalha nas áreas de arquitetura e execução para projetos arquitetônicos, interiores, paisagismos, consultorias e regularizações. Sua meta é desenvolver projetos exclusivos para cada cliente, proporcionando beleza, conforto e praticidade.