Taxa de evolução da obra: desvende esse mistério de uma vez

Muitas pessoas que adquirem imóveis na planta por meio de financiamento têm dúvidas sobre a cobrança da taxa de evolução da obra, também conhecida como Juros de obra. Por desconhecer este encargo, é comum que os compradores o considerem abusivo e busquem a interrupção do débito. Porém, na maioria dos casos, essa arrecadação é legal e auxilia a construtora no planejamento financeiro da obra, prevenindo atrasos.

Para acabar com qualquer dúvida, preparamos este conteúdo explicando como funciona, para que serve e como o comprador do imóvel pode acompanhar se a cobrança está sendo feita de forma correta. Confira!

 O que é a taxa de evolução da obra?

Também conhecida como juros de obra, a taxa de evolução da obra é um encargo cobrado nos contratos de financiamento de imóveis adquiridos ainda na planta. Trata-se dos juros cobrados por instituições de crédito da construtora para financiar o empreendimento — esse valor é repassado aos compradores do imóvel.

Essa cobrança é lega e regular em todos os contratos de financiamento de imóveis na planta, o que inclui as operações por meio do Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal.

Por que a cobrança é polêmica?

Na verdade, o fator que torna a taxa de evolução da obra algo polêmico é a desinformação dos compradores quanto a sua existência e legalidade. A maioria das pessoas pensa que se trata apenas de uma cobrança abusiva.

Esta situação é responsabilidade, em grande parte, das construtoras, que deixam a desejar no que se refere a informação que prestam a seus clientes. Em muitos casos, o comprador só descobre a existência da taxa de evolução da obra ao assinar o contrato de financiamento junto ao banco.

Como deve ser feita a cobrança da taxa?

O primeiro requisito para a cobrança é a inclusão de uma cláusula no contrato especificando o débito. A construtora precisa informar o comprador sobre esse valor de forma detalhada.

O contrato deverá especificar o prazo previsto para a entrega das chaves do imóvel — este é o momento em que se deve interromper a cobrança da taxa de evolução da obra. Qualquer cobrança após esta data, estando o empreendimento pronto ou não, torna-se ilegal.

 Como verificar se a taxa está sendo cobrada corretamente?

A taxa de evolução da obra deixa de ser legal ao ser cobrada caso o imóvel não fique pronto dentro do prazo previsto no contrato. Neste caso, o comprador deve solicitar à construtora a interrupção da cobrança durante o período de atraso da obra.

Os temores e desconfianças dos compradores sobre a taxa de evolução da obra podem ser eliminados com um cuidado que deve ser tomado antes de assinar qualquer tipo de financiamento: se informar sobre todas as condições do contrato.

Como você pode ver, a cobrança é legal, desde que sejam respeitadas todas as condições que listamos acima.

Quer saber mais sobre as opções para financiar a compra de sua casa? Então confira nosso texto sobre os tipos de financiamento imobiliário e descubra qual o mais adequado para você.

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Arquiteta e Urbanista e Especialista em Arquitetura de Interiores. Atualmente realiza seus trabalhos em Pelotas e em Porto Alegre. Desenvolve seus trabalhos com conhecimento técnico, responsabilidade e dedicação. Mas acredita que a arquitetura vai além do espaço, e que está diretamente ligada às sensações, comportamentos e sentimentos. Onde cabe ao profissional personalizar a essência do usuário e qualificar o espaço. Considera um privilégio fazer parte de cada história e ver cada traço do projeto saindo do papel exatamente da forma que foi planejada por ela!
Arquiteta e Urbanista formada pela Universidade Católica de Pelotas – UCPel, com 7 anos de experiência em Projetos de Interiores, Arquitetônicos e Paisagismo. Hoje, também atua com trabalhos de consultorias e mentoria em arquitetura, laudos técnicos e acompanhamentos de obra. Além disso, é empreendedora e cofundadora do projeto Elo Colaborativo, colunista da Revista Toda Casa e tem forte atuação nas redes sociais com criação de conteúdos para arquitetura.
Formada pela UCPEL em Arquitetura e Urbanismo no ano de 2008 e com especialização em Eng. de Segurança, a arquiteta Lilian Sampaio atua no mercado de Arquitetura Residencial e Comercial com ênfase em Projetos de Interiores, tendo como conceito para seu processo criativo a “Arquitetura Sinestésica”, que busca estimular o inconsciente e o despertar de sensações.
Graduada pela UCPEL, no ano de 2013, iniciou carreira profissional trabalhando com outros Arquitetos, com eles adquiriu muita experiência e aprendizado, estagiou desde cedo, porque acreditava que era através do dia a dia que aprenderia a verdadeira Arquitetura. Em um dos escritórios, o que passou a maior parte da vida acadêmica, foi estagiária e logo após formada foi contratada, dois anos depois foi convidada a ser sócia. No ano de 2017 iniciou sua jornada, colocando sua marca nos Projetos, estando a frente do seu escritório, o EADK (Estúdio de Arquitetura e Design), e assim, vem ganhando cada vez mais espaço. No momento desenvolve projetos de Arquitetura Residencial, Projetos e Design de interiores (residencial e comercial) e reformas, atua na cidade de Pelotas e Santa Vitória do Palmar (cidade Natal).

Joana Rocha é arquiteta e design de interiores. Formada pela Universidade Católica de Pelotas e pós -graduanda pelo Ipog de Porto Alegre. Ama trabalhar com criação e transformação de espaços. No ponto de vista de Joana a arquitetura é capaz de transformar a vida das pessoas, pois ela está presente no cotidiano de todos.  Além disso, acredita que a arquitetura, o  design e a arte, andam de  mãos dadas e são inseparáveis.

Um espaço bem pensado de acordo com o estilo de vida, personalidade dos usuários faz toda a diferença.

Atua em arquitetura de interiores, projeto arquitetônico, paisagismo e regularizações, também trabalha com arquitetura modular.

Há 17 anos formada na UFPEL, começou fazendo um pouco de tudo em um escritório em Poa no ano de 2003, depois trabalhou com Stands e também atuou no mercado de móveis planejados, desde 2013 em Pelotas atua fortemente com projetos comerciais, reforma de interiores e alguns projetos arquitetônicos.

Formou-se na Universidade Católica de Pelotas em 2010. Trabalha nas áreas de arquitetura e execução para arquitetônicos, interiores, paisagismos, decorações, consultorias e regularizações, tanto na área residencial, como na área comercial e institucional. O atendimento diferenciado, personalizado, proporciona a interatividade entre a arquiteta e o cliente, fazendo projetos adequados à necessidade de cada um.

Atua há 15 anos com projeto e execução de ambientes comerciais, residenciais, interiores e paisagismo. Sua formação em Arquitetura e Urbanismo, pela UFPEL, foi complementada por uma especialização em construção civil, pelo NORIE / UFRGS, e posteriormente pelo mestrado em Arquitetura e Urbanismo na área da Percepção Ambiental com foco em habitação e envelhecimento. No seu trabalho desenvolve soluções para as diferentes fases da vida: nascimento, infância, adolescência, fase adulta e envelhecimento. Seu propósito é traduzir os desejos dos clientes em ambientes que valorizem a estética e funcionalidade, mas acima de tudo, que tragam bem estar e representem a personalidade de quem irá usar o lugar.

Andréa Buss Tessaro, paranaense, mora há 15 anos em Pelotas, formada pela Ucpel em fevereiro de 2016 em Arquitetura e Urbanismo, atuando desde então em escritório próprio. Hoje seu escritório é localizado no Parque Una, no container 29. 

Atua em arquitetura de interiores, projeto arquitetônico, paisagismo e regularizações, também trabalha com arquitetura modular.

Arquiteta Tamara Janovik Trabalha nas áreas de arquitetura e execução para projetos arquitetônicos, interiores, paisagismos, consultorias e regularizações. Sua meta é desenvolver projetos exclusivos para cada cliente, proporcionando beleza, conforto e praticidade.